Economia prateada: do que estamos falando?


Intitulada pelos especialistas de consumo digital como economia prateada (ou “silver economy”), o termo se refere aos consumidores digitais com mais de 55 anos.


Não era comum que as marcas desenvolvessem estratégias exclusivas para esse público, em especial porque acreditava-se que eram pessoas afastadas da tecnologia. Mas esse estereótipo se quebrou e, mais do que nunca, é necessário olhar para um novo tipo de consumidor digital.


De acordo com a matéria publicada pela revista Exame e com base na projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população dessa faixa etária tende a crescer nas próximas décadas. Hoje, o Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com aproximadamente 60 anos – uma média de 13% do total. A previsão é que, em 2043, um quarto da população tenha mais de 60 anos, enquanto os jovens vão representar pouco mais de 16% do país.


Ironicamente, a pandemia da covid-19 foi um fator quase decisivo para apontar a tendência de consumo por pessoas 55+. Na mesma publicação que citamos acima, escrita por Mariana Martucci, destaca-se:


“A questão mais reportada (e ela é real) sempre foi o medo com a segurança digital. Mas, então, veio a pandemia. E o Ibope já mostrou que o ponteiro está mexendo: recente pesquisa com pessoas acima de 55 anos revelou que 45% deixaram de ir às agências bancárias, enquanto 42% passaram a utilizar mais canais online durante a quarentena.


Tudo a ver com necessidade. E, na cola dela, a descoberta do benefício: rapidez, conforto e, claro, proteção contra o vírus. É uma rede ganha-ganha.”

Fonte: https://exame.com/bussola/o-momento-da-economia-prateada/


E no mercado de trabalho?

Não distante do assunto consumo digital, está o preconceito das empresas na contratação de pessoas com mais de 50 anos. Mas engana-se quem pretende seguir por esse caminho. Como já falamos, a população do nosso país será cada vez menos jovem. E é preciso quebrar o paradigma – que, por sinal, é um preconceito que tem nome, o etarismo – de que pessoas mais velhas não contribuem tão bem ou fazem isso por pouco tempo, pois é exatamente o contrário: os profissionais seniores estão no auge de sua produtividade e engajamento, como mostra a publicação da Você RH:


“Para Angela Castro, líder de estratégia de diversidade da Deloitte, a pauta deve ganhar ainda mais espaço — até porque o próprio perfil dos 50+ vem mudando. ’Essa pessoa está mais ativa, demandando participação; não é mais uma realidade esperar que se aposente aos 60 anos de idade’, afirma Angela. ‘E muitos são ainda responsáveis pela principal renda familiar’. De acordo com dados da Pnad Contínua, em 2019, nas residências com pelo menos um idoso, este respondia por 70,6% dos recebimentos domésticos.”

Fonte: https://vocerh.abril.com.br/diversidade/o-que-as-empresas-perdem-ao-dispensar-profissionais-com-mais-de-50


E a sua empresa, como está encarando a economia prateada? Quer contratar pessoas 50+ e não sabe por onde começar? Conte com a iestro, a sua melhor solução em recrutamento. Entre em contato pelo site ou pelo WhatsApp (31 98301-1734) e receba um orçamento gratuito em menos de 24 horas.



7 visualizações0 comentário