Exigência de vacinação contra a covid-19 para contratação ou demissão por justa causa: isso existe?


A Justiça do Trabalho e as orientações do Ministério Público do Trabalho acreditam e apoiam a exigência da vacinação contra a covid-19. Entretanto, no início de novembro, Onyx Lorenzoni, ministro do Trabalho e Previdência, assinou uma portaria determinando o contrário.


De acordo com a publicação, essa exigência para contratação ou mesmo para justificar uma demissão é classificada como "prática discriminatória".

Do outro lado, a ciência prova, com dados e fatos concretos, que não funciona bem assim. De acordo com o depoimento da infectologista Raquel Stucchi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), publicado na BBC, "quem fala que não vai se vacinar porque é uma decisão individual diz isso por ignorância. A vacinação não é e nem nunca foi uma preocupação individual".


Já sabemos que, quanto mais pessoas vacinadas, maior a facilidade para controlar a propagação de qualquer doença. Do contrário, se poucas pessoas se vacinam ou se a maioria rejeita a imunização, maior a chance de o vírus se espalhar.


Aqui na iestro, a despeito do que diz o ministro, acreditamos que as pessoas que não se vacinam estão colocando a saúde de todos em risco, no trabalho ou fora dele. Portanto, sempre que possível, escolhemos trabalhar ao lado daqueles que escolheram se imunizar e, assim, proteger a si e aos outros.


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