Setembro amarelo: mais importante do que falar sobre, é falar o certo


- De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada cem mortes é causada por suicídio.


- São registrados 12 mil suicídios por ano no Brasil, mais de um milhão no mundo.


- Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta principal causa de morte.


- Cerca de 97% dos suicídios têm como causa transtornos mentais – entre eles depressão, transtorno bipolar e abuso de substâncias.


Esses dados provavelmente te assustaram, né? Não tem como não se surpreender, especialmente em um cenário de saúde mundial sem precedentes, que afetou a vida de milhares de pessoas.


A importância de um movimento como o setembro amarelo, então, ganha ainda mais força. A campanha que se popularizou já há alguns anos costuma, nesta época, tomar conta das redes sociais. Mas aí também mora o perigo!


Por que deve haver cautela ao falar sobre isso?

Falar da prevenção do suicídio é, de fato, muito importante. Mas achar que toda e qualquer pessoa está apta a fazer isso é um engano muito perigoso. A disseminação das informações pode acabar se distorcendo e, muitas vezes, com a melhor das intenções, profissionais que não são da área se colocam à disposição para conversar. Você certamente leu nos últimos dias algo como "minha DM está aberta", certo?


Além de preocupante, essa falácia dá a entender que cuidar da saúde mental se baseia em desabafar com alguém que não é especialista no assunto e sequer estudou para isso. Então aqui fica o principal lembrete – e, esse sim, pode e deve ser compartilhado por aí: procure sempre um profissional especializado e jamais negligencie sinais recorrentes de que não está tudo bem com você.


Centro de Valorização da Vida (CVV)

O CVV é outra iniciativa que pode ajudar muita gente. O programa, voluntário e gratuito, oferece apoio emocional e auxilia na prevenção do suicídio 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele pode ser acionado por telefone, discando 188, ou por um chat no próprio site (cvv.org.br).


A iestro acredita que cuidar da saúde mental é assunto sério e, sobretudo, que compartilhar as informações certas pode salvar vidas. Já fez a sua parte?


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